Advogado pontua ‘necessidade de mudança’ na gestão de clubes brasileiros e destaca: “O Flamengo não é modelo, é exemplo”

FOTO: PAULA REIS / FLAMENGO

Devido à pandemia Mundial do novo coronavírus e a suspensão das atividades e competições esportivas por tempo indeterminado, os clubes brasileiros já sentem os impactos econômicos e estudam medidas para reduzir os danos financeiros. Em entrevista ao Bola da Vez, da ESPN, o advogado Marcos Motta, que presta serviço para o Flamengo, pontuou a necessidade de mudança na gestão de clubes brasileiros para enfrentamento da crise, e afirmou que o Rubro-Negro não deve ser um modelo, mas um exemplo a ser seguido.


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Eu acho que eles terão muita dificuldade, Mauro. A gente gosta muito de usar o Flamengo como modelo, mas eu acho que o Flamengo não é modelo, o Flamengo é exemplo. Porque é difícil você encontrar um clube como o Flamengo, que tem a capacidade de gerar receitas, como o Corinthians, que são clubes de massa -, explicou o advogado, antes de continuar:

Você pega o Flamengo, a gente acompanhou desde o início da criação desse grupo que fez a mudança institucional do Flamengo, e repare, Mauro: eu participo da diretoria do Flamengo enquanto prestador de serviço, advogado, desde 1997… Eu vi todo tipo de coisa acontecer em termos de gestão dentro do Flamengo. E você lembra da dificuldade que o Flamengo teve a partir de 2013, como foi difícil essa ruptura. A própria torcida, foi muito difícil o entendimento dela. E é uma torcida que hoje glorifica o seu clube -, destacou.

Segundo o advogado, ainda que seja difícil o processo de enfrentamento da crise causada pela Covid-19, há uma saída. No entanto, a partir do exemplo do Mais Querido, ele afirma ser indispensável promover uma “ruptura brutal” na mentalidade de gestão dos clubes. Para Marcos Motta, “ou esses times tentam resgatar alguma coisa que ainda sobrou, fazendo uma gestão radical de administração… ou independente do seu nome, vão ter muita dificuldade e é bom os torcedores se acostumarem com a possibilidade de ver os clubes não conseguirem.”

 

 

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  • Concordo plenamente. O “modelo” adotado pelo Flamengo para resolver seus problemas pode não se aplicar a outro clube, mas o “exemplo” sim. Ótima colocação do advogado. Cada um que encontre o seu “modelo” de gestão, seguindo ob”exemplo” do Flamengo. O grande problema é que, em vez de se dedicarem a achar uma solução para sua situação de penúria e miséria, os dirigentes de outros clubes preferem tomar conta da vida do Flamengo, falando um monte de besteiras, levantando uma série de polêmicas e teorias da conspiração, como se fossem fodões em administração. São uns merdas que não sabem nada querendo falar mal de quem sabe. E o abismo só aumenta. E ainda existem os imbecis que defendem a tese de que o Flamengo deveria “ajudar” os falidos. Em 2016, Bandeira de Mello quis ajudar os do Rio, mas ninguém quis ser ajudado. Ironizaram, debocharam, riram, foram agressivos, ameaçadores. Agora, que se fodam! O Flamengo adotou a Lei de Murici, cada um que trate de si.

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