Em parceria com a CUFA, Flamengo recebe doações para projeto social “Mães da Favela Futebol Clube”

FOTO: GILVAN DE SOUZA/CRF

No último sábado (26), nos arredores do Maracanã, o Flamengo, em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), recebeu doações para a campanha “Mães da Favela Futebol Clube”. A ação em questão, vale destacar, tem como principal objetivo arrecadar alimentos e distribuí-los para famílias em situação de vulnerabilidade social em todo o Brasil.

“Sábado de trabalho no Maracanã. O Flamengo, em parceria com a CUFA, recebeu doações em razão da ação Mães da Favela Futebol Clube. Mais de 150 comunidades receberam mantimentos na ação, apoiada por clubes, torcedores, entidades e voluntários”, escreveu o Rubro-Negro nas redes.

Inicialmente, a previsão era para a entrega acontecer na Gávea, porém o volume de doações e a grande movimentação provocaram a alteração para o Maracanã, com a logística organizada pelo Flamengo. Presente na ação, o presidente do Mais Querido, Rodolfo Landim, em entrevista ao blog “Fim de Jogo”, falou sobre a importância do projeto social.

Primeiro elogiar o trabalho do pessoal da CUFA, que é um trabalho muito importante para ajudar tantas famílias necessitadas depois desse problema enorme que a gente vem tendo com a Covid-19. O Flamengo acho que não poderia ficar de fora disso. Temos procurado ajudar também -, disse antes de completar:

Estou muito feliz com o resultado, já vimos que temos oito mil cestas básicas, fora outros alimentos que foram doados, a presença de quatro torcidas organizadas do Flamengo que vieram aqui doar alimentos, torcedores isolados que também vieram. Então assim, é um conjunto de doações que vão ser muito importantes, e muito feliz disso chegar na mesa das pessoas que são mais necessitadas. 


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Durante uma semana, o projeto da CUFA, que além dos clubes, conta com a ajuda da Comunidade Door e da Frente Nacional Antirracista (FNA), já arrecadou 431.600 cestas básicas, o equivalente a 5 mil toneladas de alimentos, mobilizando cerca de R$ 52 milhões. A meta é chegar a R$ 100 milhões em alimentos.

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