Nova concessão do Maracanã será válida por 20 anos; Fla pode se beneficiar de cláusulas contratuais

FOTO: MARCOS DE PAULA/PREFEITURA DO RIO

Nesta quarta-feira (06), o Governo do Estado do Rio de Janeiro deu início à primeira fase legal da nova concessão do Estádio Jornalista Mário Filho. Um dos maiores entusiastas em seguir administrando o Maracanã, o Flamengo pode se beneficiar de alguns termos previstos nas cláusulas do edital. O novo acordo será válido pelo prazo de 20 anos consecutivos a partir da data em que o contrato for assinado.

Além disso, entre algumas das cláusulas previstas no edital pela nova concessão do Mário Filho, há a obrigatoriedade com número mínimos de jogos a serem realizados no estádio – tanto pelo Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil -, quando pela Libertadores e Sul-Americana. Outro ponto é o uso do Ginásio Poliesportivo Maracanãzinho. As informações foram divulgadas inicialmente pelo jornalista Renan Moura, da Rádio CBN.

VEJA AS CLÁUSULAS:

“II. Apresentar documento comprobatório de que o licitante possui o direito de realizar no mínimo 70 (setenta) datas oficiais de futebol no Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã), das quais, no mínimo 54 delas sejam obrigatoriamente de Campeonato Brasileiro das Série A e/ou B e da Copa do Brasil, todos organizados pela Confederação Brasileira de Futebol – CBF e das principais competições internacionais, assim consideradas a Copa Libertadores da América e a Copa Sul Americana, ambas organizadas pela Confederação Sul Americana de Futebol – Conmebol.

III. Apresentar documento comprobatório de que o licitante possui o direito de realizar no mínimo 12 (doze) datas de eventos oficiais de modalidades esportivas integrantes ou não do programa olímpico, a serem realizadas no Ginásio Gilberto Cardoso (Maracanãzinho)”.

Vale ressaltar que a primeira etapa da nova concessão do Maracanã foi publicada no Diário Oficial, e a convocação para a audiência pública será realizada no próximo dia 27 de outubro. Nesta fase, a população poderá consultar informações sobre o modelo a ser seguido, além de dar sugestões. Todos os dados ficarão disponíveis no portal ‘Concessão Maracanã‘.

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  • Só p completar. “…cláusulas previstas no edital pela nova concessão do Mário Filho, há a obrigatoriedade com número mínimos de jogos a serem realizados no estádio – tanto pelo Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil -, quando pela Libertadores e Sul-Americana. Outro ponto é o uso do Ginásio Poliesportivo”. Aí que mora o perigo… O que será mais fácil, o flamengo cumprir essas cláusulas, ou uma empresa, tipo a odebrecht, no passado? Algum clube do rj fora o flamengo iria querer alugar o maraca p beneficiar o flamengo, caso ele precisasse? Tiver sido eliminado, “por um acaso”, de algumas dessas competições? Uma empresa qq seria abençoada por todos, já o flamengo….

  • Acredito que a escolha deverá ser política ($$$$…). Quem não irá querer faturar muito com o maraca? Além disso vcs não acham que os outros interessados por não serem flamengo não irão querer juntar o útil ao agradável? Tomara que não, mas lisura nessas coisas, e por parte desse governo q se juntou e se juntará a outros enlameados… O que vale é o poder com muito dinheiro e mordomia, para ele$.

  • O Flamengo hj possui padrão europeu em tudo o que faz. Tornando-se licitante do Maracanã, o Estádio terá , certamente, um padrão europeu de gestão. O Malvadão cada dia mais Malvadão.

  • Sim Bruno, e dar um jeito definitivo no gramado.
    O Flamengo conseguindo essa concessão por 20 anos, será que poderemos ver o Maraca com as cores do Flamengo?

  • Com 20 anos da para o clube pensar em melhorias no estadio a ponto de torna-lo menos caro. Deviam pensar em otimizar o estadio:

    1- placas de captacao de energia solar, captacao de agua da chuva,
    2- melhor setorizacao para evitar de abrir determinadas areas em jogos de pouco apelo
    3- otimizar a area de visitantes para que nao exista tanta perda de lugares como há hoje
    4- colocar restaurantes (nao as lanchonetes de hoje), lojas tudo para melhorar a experiencia no estadio e lucrar mais com o uso do espaço