Renato Gaúcho questiona critério das arbitragens no Brasil: “Não pode cada jogo ter uma regra”

FOTO: REPRODUÇÃO

Dois lances semelhantes, duas decisões distintas: foi isso que aconteceu com o Flamengo nos últimos dias. No empate de 0 a 0 com o Cuiabá, no domingo (17), o Rubro-Negro reclamou do pênalti não marcado em cima de Vitinho, pois o atacante recebeu uma braçada no rosto. No 2 a 2 com o Athletico-PR, nessa quarta-feira (20), o mesmo se repetiu, mas em cima de Rodrigo Caio, e a infração foi assinalada. Renato Gaúcho comentou sobre o tema.

Flavio Rodrigues de Souza foi o responsável por não marcar o pênalti em cima de Vitinho, enquanto Luiz Flavio de Oliveira assinalou a infração em Rodrigo Caio. Com dois árbitros distintos, as decisões foram completamente diferentes. Por isso, em entrevista coletiva pós-jogo, Renato Gaúcho reclamou das interpretações antagônicas em jogadas similares.


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Não gosto de falar da arbitragem. Foi pênalti domingo, como foi pênalti hoje. Não pode cada jogo ser uma regra. É por isso que eu falo que o VAR apita o jogo. O VAR tem que fazer o que fez hoje, chamar o árbitro e deixar ele decidir -, disse, antes de prosseguir:

O lance duvidoso, o VAR não tem que decidir. Foi pênalti legítimo. O Nikão (do Athletico) falou comigo que domingo (contra o Cuiabá) foi pênalti. E eu respondi que deram hoje, mas no outro jogo não deram. O que não pode é cada jogo ter uma regra, fica difícil -, concluiu.

O segundo e decisivo jogo da semifinal da Copa do Brasil, contra o Athletico-PR, acontece no dia 27 deste mês, às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã. Antes disso, no mesmo estádio, o Rubro-Negro entra em campo no sábado (23), pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, diante do Fluminense. Esta partida terá início às 19h (horário de Brasília).

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