Romário abre o jogo sobre ida ao Flamengo em 1995: “Preferi ser feliz do que rico”

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Ex-centroavante completa 56 anos neste sábado (29)


O ano de 1995 foi considerado histórico pelo Flamengo. Na época, o ex-jogador Romário decidiu se transferir para o Rubro-Negro logo após ter conquistado a Copa do Mundo e o prêmio de Melhor do Mundo, quando jogava no Barcelona, da Espanha, em 1994. Por este motivo, o Baixinho abriu o jogo e comentou sobre sua preferência em vestir o Manto Sagrado naquela temporada.

— Quando voltei ao Brasil (após o tetra nos EUA), não tinha em mente o real poder do que era ser campeão do mundo. Eu senti isso. (Pensou) ‘Vou ter que voltar ao Brasil, porque aqui eu sou feliz’. E apareceu o Flamengo -, comentou, antes de finalizar:

— Se tu coloca o dinheiro na balança nessas horas, nem tem como comparar. Mas no Rio eu ficaria perto dos meus pais, do meu irmão, dos meus filhos, dos meus amigos, minha praia, meu funk, meu hip-hop, meu sol, minha Barra da Tijuca… financeiramente não foi a melhor opção, mas eu preferi ser feliz do que rico -, concluiu, em entrevista ao ‘The Players Tribune’


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Neste sábado (29), o ex-atleta completa 56 anos de idade. Através disso, o Flamengo colocou uma breve homenagem em suas redes sociais: “Com ele, o bicho pegava! Hoje é aniversário do Romário, quarto maior artilheiro da nossa história com 204 gols em 240 jogos. Com o Manto, o Baixinho conquistou os Cariocas de 1996 e 1999 e a Mercosul de 1999. Parabéns, craque! Felicidades e SRN!”, postou.

Para contratar o Romário, em 1995, o presidente do Mais Querido, Kleber Leite, teve a ajuda de diversas empresas para conseguir o valor pedido pelo Barcelona, da Espanha. No período, o dirigente do Mais Querido alcançou o valor de US$ 4,5 milhões, um número muito acima da média do futebol brasileiro na época.

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  • Não é rico, mas tem recursos financeiros para viver uma vida muito confortável e feliz. Na minha opinião, o Romário tomou uma bela decisão. Agora, se não tiver cabeça e administrar bem as suas finanças…

  • Como deputado conseguiu unir o útil ao agradável.

  • Agora, tem pouco recurso, não tem e nem terá vida de luxo se tivesse pensado no futuro, mas cada um colhe aquilo que planta.

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