Violência e mortes assustam em Guayaquil, e final da Libertadores pode mudar de sede

Aumento de 136% de assassinatos na cidade do Equador pode levar Conmebol a mudar palco da decisão


Falta exatamente um mês para a grande final da Copa Libertadores da América, que será disputada entre Flamengo e Athletico-PR, no dia 29 de outubro. Até o momento, Guayaquil, no Equador, receberá a decisão. No entanto, o aumento considerável de assassinatos na cidade tem feito com que a Conmebol estude mudar o lugar da partida.

Como informado pelo Coluna do Fla recentemente, o número de assassinatos na região onde acontecerá a decisão da Libertadores aumentou cerca de 136%. Isso porque, se em 2021 ocorreram 298 homicídios até o final do mês de agosto, agora, no mesmo período em 2022, as autoridades locais registraram 710 mortes violentas.

Apesar da onda de violência em Guayaquil, os ingressos para a final da Libertadores estão sendo comercializados normalmente, mantendo o Equador como local da decisão. De acordo com Hugo Silva, subchefe de Polícia da Zona 8, região onde está localizada Guayaquil, cerca de “85 e 90% das mortes respondem a lutas por território, gangues criminosas ou por retaliação de criminosos”, disse, em entrevista ao jornal El Comercio.


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Devido ao perigo iminente, a Conmebol passou a considerar trocar o palco da decisão de Guayaquil para Montevidéu, no Uruguai, ou Córdoba, na Argentina. A entidade sul-americana, no entanto, ainda não se posicionou e sequer oficializou a alteração do lugar onde acontecerá a partida.

Enquanto a final da Libertadores não chega, o Flamengo segue focado no Campeonato Brasileiro. Neste sábado (01), o Mais Querido recebe o Red Bull Bragantino, no Maracanã. O confronto será realizado a partir das 19h (horário de Brasília), válido pela 29ª rodada do Brasileirão.

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