Flamengo foi um dos poucos clubes brasileiros que conseguiu reduzir dívida em 2022
O Flamengo vive um dos momentos mais vitorioso de sua história. As glórias dentro de campo são fruto da gestão e administração do clube. Nos últimos Mais Querido reduziu significativamente as dívidas entre 2021 e 2022. Sendo um dos poucos clubes a investir em contratação e cortar os gastos.
Em 2022, o Flamengo investiu cerca de R$150 milhões de reais para contratar nove jogadores. Mesmo assim, o time viu as dívidas caírem 27% em relação ao ano anterior. Em 2021, o clube devia R$450 milhões de reais, em 22, essa dívida caiu para 327, ou seja R$123 milhões a menos.
Fatores que levaram a essa queda do endividamento foram arrecadação em jogos, vendas de produtos, saída de jogadores (em final de contrato ou por negociação), verba de patrocinadores, cotas televisivas dentre outras coisas. É preciso lembrar que em 2022 o Flamengo arrecadou R$1.177 bilhão, sendo disparado a maior dentre os clubes das séries A e B.
De acordo com a matéria, caso o Rubro-Negro utilizasse 20% do orçamento anual, levaria cerca de 18 meses para quitar as dívidas restantes. Isso, levando em conta as arrecadações do clube entre os anos de 2019 a 2022. Atualmente, o Flamengo é um dos clubes com a menor dívida da série A, bem diferente de muitos anos atrás.
Enquanto fora de campo o Fla segue dando exemplo de gestão financeira, dentro a equipe se prepara durante a Data FIFA para o próximo desafio no Brasileirão. O Mais Querido enfrenta o Bragantino, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro, na próxima quinta-feira (22), em Bragança Paulista.



























Deixe-me ver se entendi: no final de 2018 (gestão do Bandeira), o Flamengo tinha uma dívida aproximada de 350 milhões. Esta nova gestão aumentou para 600 milhões em vista das novas contratações, obteve títulos importantes e graças a arrecadação, reduziu novamente o patamar para “apenas” 327 milhões. Resumindo: em termos de dívidas, NÃO SAIU DO LUGAR, embora reconheço que tenha feito uma gestão razoável na parte financeira. Apesar dos bons números, eles poderiam ter sido melhores se as vendas tivessem sido melhores (Lázarus, João Gomes, Ramon e Thuller) e as contratações não fossem tão mal feitas (Cebolinha, Vida e David Luiz)…