Caso Thiago Maia deixou claro qual será a nova postura do Flamengo no mercado
Comprou e não pagou? Não leva! Assim será a nova postura do Flamengo no mercado da bola. Após o caso Thiago Maia, envolvendo Santos e Internacional, o Rubro-Negro só fará vendas à vista ou com garantias financeiras rígidas, que não foi o caso do clube paulista na compra do volante. Portanto, o ‘fair play financeiro’ é a exigência rubro-negra nos bastidores.
A decisão do Flamengo acontece tendo o diretor técnico José Boto como ‘líder’ do movimento dentro da diretoria. O Mengão só fará negócio caso tenha garantias de receitas futuras líquidas e certas do clube interessado, ou garantias bancárias que garantam certeza de que o Rubro-Negro não receberá o calote. Ou, claro, à vista.
CASOS RECENTES
Além da situação de Thiago Maia, que o Santos não apresentou as garantias, outros casos recentes mostram como está rígida a postura do Flamengo no mercado. Lorran, praticamente vendido ao CSKA (RUS), teve que desistir do embarque para a Rússia, mesmo já estando no aeroporto, após o Mengão não ter confiança de que receberia o dinheiro.
Na venda de Fabrício Bruno ao Cruzeiro, a situação quase se repetiu. O zagueiro já estava pronto para viajar, mas o Flamengo foi firme e só ‘liberou a decolagem’ após o dinheiro cair na conta, à vista. A ‘novela’ envolvendo o atleta durou mais de um mês.
Com a diretoria passada, o Flamengo negociou atletas para times de Portugal, como Leixões e Estrela Amadora. Porém, o Rubro-Negro está com dificuldades para receber. Em fevereiro, o Fla acionou o Leixões na FIFA por causa de dívida da primeira parcela da venda de Werton, por quase R$ 6 milhões. Já o volante Igor Jesus seguiu para o Estrela, mas o Mengo não viu a cor do dinheiro, e o atleta já até seguiu para o futebol dos Estados Unidos.


























