O Mais Querido entra em campo nesse sábado parecendo um componente do Samba do Crioulo Doido. Joga contra o São Paulo, no Morumbi, sem a presença (oficial) da sua torcida… Por conta de uma confusão em um Flamengo e Palmeiras realizado em Brasília. Bem… Se a gente levar em consideração que saímos da Sul-Americana para um time de Palestinos do Chile, não há muito o que se estranhar.
Passado o momento detetivesco de quinta, onde a Nação tentou a todo custo encontrar um culpado para o tropeço de quarta, tudo volta ao normal e o enredo mor de 2016 volta a ser o centro de tudo. A Arcoirizada dividindo a atenção entre seus medíocres objetivos na temporada e o seu verdadeiro interesse na vida, o Flamengo.
Zé Ricardo disse o que todo mundo viu. Faltou apetite no jogo contra os chilenos. De volta ao prato principal, e com o elenco principal, a tendência é que a fome de bola pra correr atrás da vitória retorne. Damião recuperado e os atletas que saíram de campo no meio da semana mortos de cansaço, aparentemente sem problemas e lesões para mais uma decisão no emocionante mata-mata dos pontos corridos disputado entre Flamengo e Palmeiras.
Fui lá dar uma fofocada na página dos caras… Trabalho sujo que alguém tem que fazer. Olha… O treco lá não anda muito bem, não. Só quatro pontos de distância pro Z4, Ricardo Gomes tendo o trabalho já muito criticado, mudando o time pela nona vez em dez jogos e… Chamem o Réver e o Damião pra ouvir isso… Tá… Chama o elenco todo. Essa semana o povo lá treinou em exaustão um dos principais problemas recentes: bolas paradas defensivas. Vocês lembram que a gente já passou por isso, né? Os caras lá estão naquela fase de preferir um pênalti contra a um escanteio ou bola alçada na área. Fica a dica. É pro Réver se esbaldar. Temos mais recursos que isso… Mas como na guerra vale quase tudo, podemos tentar resolver a parada usando um Cucabol vez ou outra. Por que não?
É fazer a nossa parte mais uma vez, pra só depois pensar em dar aquela espiada marota no jogo do Palmeiras contra o Santa Cruz na segunda. Alguém aí sabe se o Léo Moura joga? Já pensou?
No mais… Seguimos aguardando definições sobre se vai ou não vai ter Maraca na reta final. Confesso que gostei de ver o nome do Roberto “Rock in Rio” Medina envolvido. Esse cara não dá ponto sem nó e há de reconhecer que aquilo lá sem o Flamengo não existe.

Vamos popularizar o termo “cucabol” a bichona lá ja tá toda chiliquenta como sempre….