Se eliminou na quarta-feira o líder do Brasileiro, falta encontrar um equilíbrio nesta competição, em que oscila e se encontra na parte de baixo da tabela. Do outro lado, o atual campeão mundial vive um mau momento, mas, com sete pontos a mais do que o rubro-negro, briga para voltar à zona de classificação para a Libertadores.
— As temporadas nunca são iguais. Mesmo se mantiver o grupo, não vai fazer um ano igual ao passado. — diz Mano, avaliando a situação do adversário. — A mudança mais significativa é que perdeu um jogador muito difícil de ser substituído, o Paulinho. Essa mudança altera o jeito de jogar, mas o time está nas primeiras colocações. Isso mostra o potencial do grupo e o nível dessa equipe.
De volta à realidade rubro-negra, Mano busca sua experiência no rival para pôr os pés de seus comandados no chão, algo nem sempre simples com os paparicos ao redor de um clube de massa.
— Temos conversas semanais sobre isso. Preciso bater forte, porque a parte externa nesses casos é muito forte. Sempre é mais fácil conviver com a crítica negativa do que com a positiva. A positiva você tende a acreditar. E é mais perigosa — analisa.
Fonte: O Globo

