Já há algum tempo no Internacional, D’Alessandro é ídolo da torcida e se tornou um líder natural no elenco. O jogador exerce sua liderança pela técnica apurada e pela função de iniciar as jogadas coloradas. Além disso, D’Ale assume o papel de pressionar adversários e arbitragens, função que combina bem com sua personalidade forte.
Danilo esteve presente nas principais conquistas recentes do Corinthians e, mesmo criticado, costuma aparecer nos momentos decisivos. O jogador exerce sua liderança com a bola nos pés, sempre cadenciando o jogo e alternando o ritmo nos momentos necessários.
Que Rogério Ceni é ídolo do São Paulo ninguém duvida. O goleiro construiu toda a sua carreira no clube e é respeitado por todos. Ele sempre chama a responsabilidade nas entrevistas e costuma comandar o grupo dentro e fora de campo. ‘Poderoso’ no ambiente interno do clube, Rogério Ceni já começa a ser questionado pelo tamanho nesta liderança.
Apesar de já ter passado em muitos clubes, Paulo Baier encontrou sua casa no Atlético-PR. Destaque dentro e fora de campo, o jogador conta com a sua história para liderar o grupo do Furacão. Dentro de campo, ele distribui conselhos e broncas nos momentos necessários.
Zé Roberto chegou com moral no Grêmio e, dentro de campo, fez jus às expectativas. Rapidamente, assumiu o papel de liderar um time recheado de estrelas, como Elano, Kléber e Barcos. Dentro de campo, o jogador é referência nas bolas paradas e também costuma chamar a atenção dos companheiros.
Um dos maiores nomes da história do clube. Consagrado, Ronaldinho é reverenciado pela torcida atleticana, principalmente após a conquista da Libertadores, e um líder para os companheiros. Ronaldinho é um autêntico maestro no Galo. Sempre aparece gesticulando, visando o melhor posicionamento da equipe.
Há cerca de oito anos no Cruzeiro, Fábio é o jogador mais identificado com o clube. Capitão da equipe, o goleiro exerce sua liderança de forma serena e conversa bastante com o grupo. Ninguém tem dúvidas de quem é o maior ídolo da torcida do vice-líder do Brasileirão.
Um dos poucos exemplos de jogadores politizados. Alex aproveita o seu conhecimento, dentro e fora de campo, para liderar o Coritiba, clube em que foi revelado. Durante as partidas, o ’10 e faixa’ do Coxa conversa bastante com os companheiros.
Chamado de ‘paizão’ por alguns jogadores, Seedorf é um dos maiores exemplos de liderança. O camisa 10 do Botafogo têm grande preocupação com os mais jovens, chegando a ter o temperamento explosivo em alguns casos. Mas, mesmo com os excessos, a ‘vontade de vencer’ é muito bem vista pelos companheiros.
Elias chegou há pouco tempo no Flamengo, mas já assumiu o papel de principal jogador do elenco rubro-negro. Dentro de campo, o volante é o ‘motorzinho’ do time de Mano Menezes. Além de comandar o time com a bola nos pés, Elias também conversa bastante com os companheiros e possui bom conhecimento tático.
Juninho não é chamado de ‘rei’ à toa pela torcida do Vasco. Um dos maiores ídolos do clube, o camisa 8 participou de grandes conquistas da equipe cruzmaltina no passado – dois Campeonatos Brasileiros e uma Copa Libertadores – e por isso conquistou essa liderança. Dentro de campo, chama a responsabilidade e tira a pressão dos mais novos, ganhando assim a confiança do grupo.
Fonte: Ei

