Fanático torcedor do Flamengo, o lutador José Aldo não se absteve de reclamar do alto valor cobrado pelos ingressos no Maracanã. Durante a coletiva de imprensa do UFC 163, na Lapa, no Rio de Janeiro, o campeão dos pesos-penas pediu para que os preços abaixassem.
Frequentador assíduo das partidas, o manauara lembrou dos velhos tempos em que pagava apenas R$ 5 pela arquibancada.
– Pouco acima de quando cheguei aqui no Rio. Eu peguei a geral a R$ 5. Está muito difícil para R$ 100 para o povo brasileiro. Tem que rever isso e diminuir esse valor para encher o Maraca – afirmou o atleta.
Com uma torcida organizada, que leva o seu nome e que vai estar sábado no HSBC Arena, local do combate contra o sul-coreano Chan Sung Jung, Aldo garantiu que a mesma vai estar nos jogos do Flamengo também.
– É só procurar no setor perto das organizadas que vamos estar lá – disse o brasileiro, que já fez parte da Jovem Fla.
Aldo revela “confronto” em manifestações
Mesmo focado para a sua sétima defesa de cinturão, José Aldo não ficou alheio as manifestações que aconteceram no Brasil, principalmente no Rio de Janeiro. O lutador revelou que ele e os demais companheiros da sua academia quase entraram em confronto físico com manifestantes.
O problema aconteceu porque os mesmos estavam promovendo um quebra quebra em Laranjeiras, perto do Palácio Guanabara, onde a academia que o campeão treina está localizada.
– Vi várias coisas acontecendo, que não são certas. Eu moro na Zona Sul, treino lá também, e tivemos que sair da nossa academia porque estavam quebrando tudo. Tive que intervir, assim como meus outros companheiros. Graças a Deus não precisamos do confronto físico porque a polícia chegou antes de acontecer qualquer confronto. Ainda bem – contou.
O manauara afirmou que participou de alguns atos, e que sempre vai defender os direitos e as mudanças do país.
– Sou brasileiro antes de tudo. Eu fui as manifestações, justamente porque tem muita coisa errada. Está na hora de mudar e temos que apoiar sempre. Não só eu como os outros que tem voz ativa no Brasil. Mas sempre de forma pacífica – falou.
Fonte: Extra Globo

