Saída de Everton Ribeiro, aposta em trio goleador e briga judicial contra grupo de torcedores; veja o que #BombouNoColuna

  • Flamengo encaminha venda de Everton Ribeiro ao Al Nasr, dos Emirados Árabes

O Flamengo começa a reformulação no elenco para a temporada 2021. E pode ter a primeira grande mudança no time principal. A diretoria rubro-negra está disposta a negociar Everton Ribeiro com o Al Nasr, dos Emirados Árabes. O camisa 7 despertou interesse do clube árabe, que já possui o ‘ok’ para abrir as tratativas para a contratação do meia.


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De acordo com informações do jornalista Venê Casagrande, o clube árabe possui um documento assinado por Bruno Spindel, diretor executivo do Fla, que autoriza a venda de Everton Ribeiro por 4 milhões de euros com mais 2 milhões de euros em bonificação. Ao todo, a negociação pode chegar a 6 milhões de euros, ou seja, cerca de R$ 39 milhões na cotação atual. [LEIA NA ÍNTEGRA]

  • Flamengo perde opções para o ataque e deposita confiança em trio goleador

Com a derrota diante do Athletico-PR, por 2 a 1, o ambiente do Mais Querido perdeu boa parte de sua euforia. O revés freou a boa fase e, agora, o título brasileiro parece fora de alcance. Dessa forma, a alta cúpula da diretoria rubro-negra já pensa na próxima temporada, inclusive tentando vender atletas como o atacante Michael. Com a possível saída do extremo, o Flamengo estaria depositando sua confiança no trio mais goleador do futebol brasileiro: Pedro, Gabigol e Bruno Henrique.  [VEJA AQUI]

  • Cobranças geram desligamento de embaixada, e Flamengo ameaça ação judicial contra grupo de torcedores dos EUA

No dia 20 de julho de 2020, enquanto Jorge Jesus se despedia do Flamengo para retornar a Portugal em confraternização no CT, outro fato importante também ocorria. Na mesma data, os responsáveis pelas Embaixadas e Consulados do Flamengo, recebiam com obrigação de assinatura, o novo “Código de ética e conduta” e o “Regulamento interno”. Neles, alguns artigos e diretrizes chamaram a atenção: A partir da anuência dos Embaixadores e Cônsules, eles não poderiam mais usar a marca, o símbolo ou distintivos do clube sem autorização prévia. [CONFIRA TODOS OS DETALHES

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