FOTO: ALEXANDRE VIDAL/FLAMENGO
Neste domingo (14), o Flamengo entrou em campo para o primeiro clássico da temporada. O Rubro-Negro perdeu para o rival Fluminense, por 1 a 0, no Maracanã. Contudo, o resultado não reflete a realidade dentro de campo, isso porque, o Mais Querido foi superior no jogo, mas não converteu as chances criadas em gols. Em meio a isso, alguns jogadores receberam críticas da torcida, entre eles Thiaguinho e Michael, que custaram R$ 43 milhões ao clube da Gávea.
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Michael chegou ao Flamengo no início de 2020, após ser destaque no Brasileirão de 2019 e ser eleito jogador ‘Revelação’ da temporada pelo Goiás. Com isso, o Rubro-Negro se interessou pelo atleta e adquiriu o atacante por aproximadamente R$ 35 milhões. Já Thiaguinho retornou ao Mais Querido após não conseguir boa sequência no Náutico, e passou a atuar pela equipe sub-20. O atleta custou cerca de R$ oito milhões ao Fla e passou em branco mais uma vez no Campeonato Carioca, assim como o camisa 19.
Os jogadores foram as principais referências no ataque do Flamengo neste domingo (14), no entanto, não conseguiram realizar boa atuação e foram criticados pela torcida. Michael foi um dos grandes alvos dos rubro-negros, por ser mais experiente e não conseguir encaixar no time recheado de jovens da base.
Michael e Thiaguinho podem receber menos oportunidades no Flamengo a partir do próximo jogo. Isso porque, nesta segunda-feira (15), o elenco principal do Mais Querido retorna de férias e já deve entrar em campo diante do Resende. As equipes se enfrentam na próxima sexta-feira (19), às 21h (horário de Brasília), no Maracanã. O duelo, válido pela quarta rodada da Taça Guanabara, será exibido pela FlaTV+, plataforma de streaming do Clube da Gávea. O Coluna do Fla, como de costume, traz a transmissão mais pé quente e rubro-negra da internet, via YouTube.



























Ambos comprados na empolgação dos milhões ganhos em 2019. Já deveriam ter partido no inicio do ano, numa barca acrescida de Vitinho, Léo Pereira, Thuler, entre outros tantos. Emprestados para clubes que paguem ao menos seus salários e sirvam de vitrines para uma possível venda futura e assim diminuir os prejuízos. Aliviariam a folha de pagamento e abririam espaço para jogadores com algum futuro.