Flamengo chega à segunda decisão de Libertadores em três anos; relembre caminho percorrido até a final

FOTO: MARCELO CORTES/FLAMENGO

 

Por: Patrick Alves

Quando o árbitro apitou o final do jogo entre Flamengo e Barcelona de Guayaquil, na última quarta-feira (29), a Maior Torcida do Mundo pôde comemorar mais uma final de Libertadores em que o Rubro-Negro está envolvido. É a segunda em três anos. Apesar de muitos considerarem o caminho no mata-mata mais “tranquilo”, na primeira fase o Mengo caiu em um grupo complicado. 

A estreia do Mengo foi fora de casa, diante do Vélez Sarsfield, na Argentina. Ainda comandado por Rogério Ceni, a equipe venceu os hermanos de virada, por 3 a 2, com gols de Arão, Gabigol e Arrascaeta. Na sequência, o Mais Querido recebeu o Unión La Calera, do Chile, e derrotou o adversário por 4 a 1, no Maracanã. Os tentos foram marcados por Pedro, Arrascaeta e dois do Príncipe da Nação. 

O terceiro duelo na Libertadores de 2021 foi contra a LDU, na altitude de Quito, e o Fla saiu com a vitória por 3 a 2. Gabigol (duas vezes) e Bruno Henrique foram os autores dos gols. Já na quarta rodada, foi a vez do Mengão visitar o Unión La Calera, mas dessa vez a equipe empatou em 2 a 2. Novamente o camisa 9 balançou as redes, juntamente com Arão.


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Pela quinta rodada da fase de grupos da competição, o Flamengo enfrentou a LDU, dessa vez em seus domínios. Nesse jogo o time teve dificuldades e ficou no 2 a 2 – Gustavo Henrique e Pedro marcaram no duelo. Já na última partida desse estágio do torneio, a equipe de Ceni teve uma atuação apagada e apenas empatou com o Vélez em 0 a 0, no Maracanã – com o resultado o Rubro-Negro se classificou com a quinta melhor campanha.

Após quase dois meses, era hora do Mengo entrar em campo pelas oitavas de final da Libertadores, contra o Defensa y Justicia, da Argentina. O jogo marcou a estreia do técnico Renato Gaúcho, contratado após a demissão de Rogério Ceni. O novo comandante chegou e mexeu pouco para o primeiro duelo. Desfalcado de Arão, Rodrigo Caio, Diego e Bruno Henrique, o Mais Querido teve em Michael o grande destaque, anotando o único tento da vitória por 1 a 0. Na volta, foi a primeira vez em mais de um ano que o Mengão jogou com a Nação do seu lado, em Brasília. Empurrado pela torcida, Rodrigo Caio, Vitinho (duas vezes) e Arrascaeta (4 a 1) sacramentaram a vaga para a próxima fase.

Já nas quartas de final, o rival da vez foi o Olimpia, do Paraguai. E o Fla atropelou os rivais nos dois confrontos pelo torneio continental. 4 a 1 no primeiro jogo, em Assunção – Vitinho, Gabigol 2x e Arrascaeta anotaram os tentos. No jogo de volta, em casa, nova goleada do Mengão, por 5 a 1 e lugar garantido na semifinal. Arão, Gabigol duas vezes, Bruno Henrique e Salcedo (contra), deram números finais ao duelo.

A um passo da grande decisão da Libertadores, o Clube da Gávea teve pela frente o Barcelona de Guayaquil, na semifinal. Como teve melhor campanha, o time equatoriano pôde fazer a segunda partida em casa. Mas Bruno Henrique estava disposto a levar o Mengo à mais uma final e atuou no modo “Rei da América”. O camisa 27 foi autor de todos os gols do confronto – 4 a 0 no agregado – e acabou com o adversário.

Classificado a mais uma final, o Mais Querido tem a possibilidade de fazer a Nação sorrir novamente com a conquista do troféu mais importante do continente. Após vencer o título em 2019, o Malvadão vai para cima do Palmeiras, no dia 27 de novembro, em busca o tricampeonato da América. A grande decisão será em jogo único, no Estádio Centenário, em Montevidéu – local onde o Flamengo levantou o caneco em 1981.

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