Renato Gaúcho muda ambiente e deixa clima mais leve no Flamengo

FOTO: ALEXANDRE VIDAL / FLAMENGO

Renato Gaúcho chegou ao Flamengo para substituir Rogério Ceni, que já tinha o relacionamento desgastado com parte do elenco e dirigentes. Portaluppi é conhecido, sobretudo, pelo alto poder de gerir pessoas, e no Rubro-Negro não tem sido diferente. O treinador conseguiu mudar o ambiente e deixar o clima mais leve no CT do Ninho do Urubu.

 

 

Embora seja conhecido pelo seu jeito ‘boleirão‘, que fala a mesma ‘língua‘ dos jogadores, Renato Gaúcho chamou a atenção por um outro estilo. Ele tem se destacado com os trabalhos em campo e nas preparações para os jogos. Contudo, o técnico também consegue balancear com momentos de descontração, deixando assim o clima mais ameno e mais leve entre comissão técnico, jogadores e dirigentes.


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É importante frisar, ainda, que Renato surpreendeu a todos que tinham a imagem do técnico mais ligada à ‘boleiragem‘, mais ‘falastrão‘. Rodrigo Caio, por exemplo, elogiou o clima propiciado por Portaluppi: “Ele coloca o ambiente no maior astral possível, isso é muito positivo para nós. É de se valorizar, porque a gente sabe que quando se joga no Flamengo, a cobrança é sempre muito grande. O Renato é um cara que controla muito bem isso“, disse, em entrevista ao GE.

Com o clima mais leve, Renato Gaúcho realiza o último treino neste sábado (24), visando o confronto com o São Paulo. O duelo acontece às 16h (horário de Brasília) de domingo (25). O embate é válido pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro e será disputado no estádio do Maracanã. O Rubro-Negro é o sexto colocado na tabela de classificação, com 18 pontos, e o Tricolor ocupa a 16ª posição, com 11.

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  • Renato Gaúcho foi bom jogador e, é um bom técnico, mas em se tratando de política, ao apoiar o Bolsonaro, demonstra que ignora o que está acontecendo nesse governo e na política brasileira. Quando não se entende de um assunto, o melhor é ficar calado para não manchar sua biografia como jogador e técnico.
    Quem apoia Bolsonaro, que é responsável pelo maior número de mortes por covid-19 não pode ser uma pessoa do bem