Levantamento aponta que Flamengo possui pior prejuízo financeiro por estádios vazios no Brasileirão

FOTO: DIVULGAÇÃO/FLAMENGO

Desde que o Campeonato Brasileiro retornou em meio a pandemia, os estádios brasileiros estiveram vazios. Por se tratar de protocolos de segurança, as entidades sanitárias e futebolísticas optaram por distanciar as torcidas das praças. Para alguns clubes, no entanto, a medida foi bastante prejudical na parte financeira, como é o caso do Flamengo. A equipe rubro-negra foi quem teve o maior déficit do Brasileirão com o afastamento dos adeptos.

Com o retorno do público na 23ª rodada, o portal UOL teve acesso ao levantamento de todo o prejuízo gerado pelo fechamento das bilheterias no Brasileirão. Ao todo, foram cerca de R$ 14 milhões desperdiçados com a ausência das torcidas. Contudo, 25% desse valor correspondeu à dupla Fla-Flu, que administra o Maracanã. Como mencionado, o Flamengo esteve a frente do ‘ranking’, mas o Fluminense não ficou muito atrás.

CONFIRA OS CINCO MAIORES PREJUDICADOS COM A AUSÊNCIA DE PÚBLICO:

1. Flamengo – R$ 1.862.183,05
2. Fluminense – R$ 1.710.714,12
3. Bahia – R$ 904.170,97
4. Palmeiras – R$ 883.344,79
5. Atlético Mineiro – R$ 753.286,93

O grande vilão dessa enorme disparidade de prejuízos é o Maracanã. Sem a renda da bilheteria, o estádio se tornou um ‘elefante branco’ para Flamengo e Fluminense. As contas do Templo Sagrado do futebol para mandar um compromisso no local ultrapassa os 200 mil reais. Os valores só não foram maiores porque a dupla atuou em dois confrontos longe da praça. O Rubro-Negro jogou contra Sport em Volta Redonda e diante do próprio Tricolor, na Neo Química Arena.


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Vale destacar que, os boletins financeiros englobam gastos de salários, deslocamento e hospedagem dos árbitros das partidas. Além disso, despesas operacionais de estádios e arenas, segurança do local e testes antidoping também fazem parte da lista. Todas as equipes da Série A divulgaram os prejuízos, com exceção do Sport. O Rubro-Negro pernambucano não traz os valores completos e, mesmo que essa ação seja tratada como desrespeito ao estatuto do torcedor, a CBF decidiu não tomar atitudes.

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