Sob o comando de Ceni, Diego tem participação em quase 90% dos jogos do Fla na temporada 2021

FOTO: ALEXANDRE VIDAL/FLAMENGO

A temporada de 2021 começou agitada para o Flamengo. Campeão da Supercopa do Brasil, da Taça Guanabara e do Campeonato Carioca, o Rubro-Negro iniciou a luta pelo tricampeonato da Libertadores da América e do Brasileirão. Aos 36 anos, um personagem importante no elenco comandado por Rogério Ceni é Diego Ribas.

O treinador esteve à frente do Mais Querido em 17 jogos na temporada atual. Destes, o capitão rubro-negro atuou em 15, sendo 12 como titular e três como reserva. Além disso, o camisa 10 teve participação direta em três gols, com duas assitências e um tento marcado.


Saiba como se dar bem duplamente com vitórias do Flamengo!


No Flamengo desde 2016, Diego chegou ao clube como o primeiro grande nome da equipe que, anos depois, viria a se tornar referência no futebol brasileiro e internacional. Vivendo altos e baixos, o meio-campista chegou a amargar uma longa temporada no banco de reservas até que, em 2020, assumiu a titularidade na equipe.

Desde que vestiu o Manto Sagrado, o camisa 10 entrou em campo em 222 oportunidades e marcou 40 gols. Além disso, Diego totaliza 15353 minutos jogados e enfilera títulos. Entre os principais troféus levantados pelo capitão rubro-negro estão: Libertadores da América (2019), Campeonato Brasileiro (2019 e 2020), Supercopa do Brasil (2020 e 2021) e Recopa Sul-Americana (2020).

Agora, Diego ‘embarca’ com o Flamengo em busca de mais um título: o da Copa do Brasil. Nesta quinta-feira (10), o Mais Querido estreia na terceira fase da competição ao enfrentar o Coritiba, pelo jogo de ida. O duelo acontecerá no Estádio Couto Pereira, a partir das 21h30 (horário de Brasília).

Veja também

Participe da conversa

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • Nada como uma grande “volta por cima”.
    Nosso grande capita está esbanjando técnica, preparo físico e muita raça (mas tem que se controlar, para não ficar ganhando cartão em todas as partidas).
    Este processo também aconteceu com Arão, Diego Alves, Gabriel Batista, Rodrigo Caio (depois qu esaiu do São Paulo) e outros.
    Que este retorno aos melhores momentos sirva de exemplo para aqueles que se queixam de Éverton, Renê, Rodinei, Bruno Henrique, Michael, etc.